Taí meu desenho andando no meio dos espectadores.segunda-feira, 27 de abril de 2009
segunda-feira, 6 de abril de 2009
art performance
Um desenho - Vídeo
Caras amigas e amigos, este vídeo é uma pequena mostra da produção da última exposição intitulada "Um Desenho" de 150 x 70 m - piche sobre tubox, realizada no Museu de Arte Contemporânea-MARCO. Este desenho foi feito em três dias com o meu amigo Buda Egami na guitarra, de algum jeito este desenho vem do som que o Buda improvisava na hora, os tons são uma linguagem cósmica então não foi muito difícil, o difícil é a emoção para se plasmar em qualquer superfície ou meio, no dia da abertura rolou uma performance da Kakô Ferraz, vi o meu desenho sair andando no meio do público, uma coisa bonita e estranha, pena que só foi fotografado. Mas a idéia era fazer uma obra invendável, inviável e política. Conseguimos.
quarta-feira, 25 de março de 2009
UM DESENHO
Isto ai é um desenho gigante que eu estou preparando para exposição no dia 31 de março no MARCO-Museu de arte contemporânea , isto não é droping e nem action paint, é mais difícil, não tem pingos e cada traço é milimétricamente calculado e com emoção é claro. O desenho tem 150 x 7000 cm . Se algo que o ser humano nunca irá se cansar é do exagero!segunda-feira, 23 de março de 2009
quinta-feira, 12 de março de 2009
segunda-feira, 9 de março de 2009
drawlight
quarta-feira, 4 de março de 2009
segunda-feira, 2 de março de 2009
sábado, 28 de fevereiro de 2009
nítidos nadas
pez s/ tubox 51 x 61 cm - 2009 Quero dizer – lhes sobre os meus títulos e instantes criativos, ainda pouco falava com meu amigo Takumi sobre como rola: Os títulos é que levam as obras ou as obras que levam os títulos? Quase tudo que eu faço vem da literatura, sendo bem conciso; todos os meus títulos vêm da Hilda Hilst, Lobivar Matos, Manoel de Barros, Guimarães Rosa, Richard Dawkins e outros... Como? Na maioria das vezes na minha rede, suspenso no ar... quando uma determinada frase me leva a infância ou para o futuro, deste jeito eu estou no meio, certo? Nem lá nem cá. E no meio não é qualquer um que agüenta, suportar ambigüidades não é prá qualquer um... Às vezes acho isso possível só na arte.... Então... É a melhor hora prá eu me sentir presente, totalmente presente sem ansiedades, só assim eu consigo me elevar e tentar criar alguma coisa que mereça estar neste planeta já entulhado de coisas.... E depois eu pego na cara dura uma palavra daquela frase e uma outra do dr. Néquinho e pronto, sempre faço meu títulos com uma ou duas palavras que nunca poderiam estar juntas, novamente agüentando a tensão de estar no meio.
sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009
segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009
sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009
segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009
domingo, 8 de fevereiro de 2009
sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009
quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009
exata incoerência
quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009
Línguas e cardos
retrato
grafite s/ canson 42x30 cm.Este retrato foi feito pelo meu amigo Rubén Dário, numa das várias rodadas enluaradas e quentes de Corumbá. Ele deve ter feito em três ou quatro minutos este retrato, quando o santo abaixa ele faz na hora, mas já o Rubén demorar vários anos para entregar um retrato a óleo, bem isso quando ele entrega. Abraços mi amigo Rubén!
terça-feira, 3 de fevereiro de 2009
sexta-feira, 16 de janeiro de 2009
quinta-feira, 13 de novembro de 2008
segunda-feira, 3 de novembro de 2008
"Separo-me de mim."

Os desenhos de Edson Castro parecem, à primeira vista, resultar de gestos espontâneos. Parecem projeções de movimentos livres do corpo e da mão. Não têm forma, não remetem às coisas reconhecíveis do mundo. Resumem-se em linhas e campos de cor. Edson pinta com o desenho e desenha colorindo. Na aparente facilidade do resultado, no entanto, opõem-se o domínio da superfície, as relações entre campos de cor e grafismos, a experiência e o conhecimento da luz e de cada sensação deflagrada a partir dela. Assim, não é de se estranhar que ao lado de grandes áreas coloridas com contornos secos e grafismos puros abram-se os vazios do papel, como se chegassem ao nada; ou, ao contrário, a imposição do desenho no centro do papel, remetendo à aridez da textura branca do tubox, sugerindo formas sem a garantia do sentido. O enigma da arte. Lembra Kandinsky.
O enfrentamento do papel, do grafite e do bastão a óleo, presente na maioria dos trabalhos, demonstra que, em se tratando de arte, a economia dos meios não implica a repetição, mas provoca a capacidade de escolha, combinação e distribuição das seqüências, tornando-as únicas, irrepetíveis.
O grande lance dos trabalhos de Edson Castro: são únicos, enquanto atos de razão; são irrepetíveis como os gestos e o corpo de cada um.
Maria Adélia Menegazzo
Critica de arte e Professora da UFMS
sexta-feira, 17 de outubro de 2008
quarta-feira, 1 de outubro de 2008
terça-feira, 30 de setembro de 2008
quarta-feira, 27 de agosto de 2008
terça-feira, 26 de agosto de 2008
segunda-feira, 18 de agosto de 2008
O quinto pilar (o vão em vão).
O Quinto Pilar é uma simples aparência que joga com a percepção,
com o senso dos passantes.
O Pilar é revelado deslocando-se da sua função ordinária de sustentação, estabelecendo com os transeuntes, novas relações.
O objeto não está na sua qualidade formal, sua significação
muda com os hábitos cotidianos.
A intervenção não descaracteriza o prédio, mas mexe com a alma da arquitetura, tira a flutuação do vão, muda a sua essência ao destacar ainda mais o espaço intervalar.
Subtrai à ordem cultural estabelecida, na medida mesma em que provoca e reforça a percepção do vão, do vazio.
Nível conceitual e nível estético juntos.
Um Museu que sempre surpreende o visitante com um universo de imagens,
agora surpreende o transeunte.
Uma nova relação é estabelecida de modo a aproximar ainda mais o passante leigo, através de uma popularização do vão, dando continuidade à proposta de Lina.
Há algo muito mais profundo e comprometido, que é a mudança das coisas.
A Falta de sentido das coisas, é a perda do sentido de planejar.
Um lugar cheio de polêmicas por natureza, sempre exposto à palavra.
Um corpo transparente ao conhecimento fenomenológico, integralmente perceptível,
que se dá à percepção sem deixar rasto.
Uma intervenção no papel social, cultural e histórico do edifício,
Um prédio emblemático na Cidade de São Paulo.
sábado, 16 de agosto de 2008
sexta-feira, 15 de agosto de 2008
quinta-feira, 14 de agosto de 2008
quarta-feira, 13 de agosto de 2008
OS DESENHOS
Os desenhos de Edson Castro parecem, à primeira vista, resultar de gestos espontâneos. Parecem projeções de movimentos livres do corpo e da mão. Não têm forma, não remetem às coisas reconhecíveis do mundo. Resumem-se em linhas e campos de cor. Edson pinta com o desenho e desenha colorindo. Na aparente facilidade do resultado, no entanto, opõem-se o domínio da superfície, as relações entre campos de cor e grafismos, a experiência e o conhecimento da luz e de cada sensação deflagrada a partir dela. Assim, não é de se estranhar que ao lado de grandes áreas coloridas com contornos secos e grafismos puros abram-se os vazios do papel, como se chegassem ao nada; ou, ao contrário, a imposição do desenho no centro do papel, remetendo à aridez da textura branca do tubox, sugerindo formas sem a garantia do sentido. O enigma da arte. Lembra Kandinsky.
O enfrentamento do papel, do grafite e do bastão a óleo, presente na maioria dos trabalhos, demonstra que, em se tratando de arte, a economia dos meios não implica a repetição, mas provoca a capacidade de escolha, combinação e distribuição das seqüências, tornando-as únicas, irrepetíveis.
O grande lance dos trabalhos de Edson Castro: são únicos, enquanto atos de razão; são irrepetíveis como os gestos e o corpo de cada um.
Maria Adélia Menegazzo
Critica de arte e Professora da UFMS
































